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Caldas / Política
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Autarcas do PS contra redução de horário do Edifício do Turismo

Os vereadores do Partido Socialista na Câmara Municipal das Caldas da Rainha, Luís Patacho e Jaime Neto, votaram contra a proposta de alteração do horário do Edifício do Turismo, considerando ser “reveladora do desinvestimento camarário no acolhimento de turistas e visitantes, deixando a descoberto o défice de planeamento na gestão dos recursos humanos afetos a este serviço tão essencial para a divulgação do concelho”.

26-06-2019 | Francisco Gomes

Em virtude da falta de pessoal a Loja do Turismo passará a estar encerrada aos sábados, domingos e feriados e o Posto de Turismo encerrado ao domingo
Em virtude da falta de pessoal a Loja do Turismo passará a estar encerrada aos sábados, domingos e feriados e o Posto de Turismo encerrado ao domingo
Em virtude da falta de pessoal afeto ao serviço de turismo e de forma a garantir serviços mínimos, o presidente da Câmara propôs que os horários fossem alterados, sendo que a Loja do Turismo passará a estar encerrada aos sábados, domingos e feriados e o Posto de Turismo passará a estar encerrado ao domingo.
Para os vereadores do PS, “é inaceitável que os turistas que nos visitam aos sábados e domingos deem de caras com a porta fechada dos serviços do Edifício do Turismo”.
O vereador Jaime lamentou que a praia de Salir do Porto continue a ser uma praia sem bandeira azul e sem a distinção de “qualidade de ouro”, atendendo que “tem um enorme potencial para se afirmar como um local de turismo ecológico e sustentável”.
Mas, para isso, defendeu, “não podemos descurar a qualidade da água e das areias da praia, se queremos ter um turismo de qualidade no futuro”, pelo que solicitou um maior investimento por parte da Câmara Municipal.
O autarca quer que seja elaborado um plano municipal de identificação dos potenciais focos de poluição de explorações avícolas e pecuárias e de melhoria da qualidade da água do rio Tornada, que nasce no Landal e desagua na praia de Salir do Porto,
Jaime Neto alertou o executivo camarário para o estado de degradação das piscinas municipais, apontando serem visíveis, nomeadamente no átrio de entrada, ferros corroídos de armações das lajes em betão já deterioradas. Referiu ainda o mau estado do teto das casas de banho masculinas, com infiltrações a partir da cobertura que motivaram a deterioração das placas em gesso cartonado do teto.
Sustentou também haver algum abandono e falta de uso dos espaços exteriores das piscinas, sublinhando o estado de secura da relva e a necessidade de haver mais arvoredo de forma a criar espaços de ensombramento e protegidos do vento, com o objetivo dos espaços exteriores das piscinas municipais poderem vir a ser mais vivenciados pela população.
Reforçou igualmente a ideia de implementação de um sistema de aproveitamento e retenção de águas pluviais da cobertura do edifício das piscinas municipais, para rega de relvados e campos desportivos e como medida emblemática de demonstração de boas práticas de sustentabilidade ambiental.
O vereador Jaime Neto apresentou entretanto uma intervenção crítica no âmbito da publicação de dados de recolha selectiva de resíduos urbanos durante o ano de 2018, na qual constatou que o município das Caldas da Rainha tem um registo de recolha selectiva de 42 quilos por habitante/ano, abaixo de muitos municípios da Grande Lisboa e Oeste, deixando um alerta no sentido de serem encontradas medidas que permitam melhorar estes dados.
O socialista observou que “é desejável implementar uma cultura municipal de maior eficiência na recolha selectiva de resíduos urbanos, nomeadamente através da melhoria dos locais e serviços de recolha selectiva, de mais ações de sensibilização ambiental para a reciclagem e de melhor investimento e informação prestada aos munícipes caldenses”.
Luís Patacho e Jaime Neto abstiveram-se na aprovação da proposta do cartaz, valores das entradas, aluguer de stands e dos espaços para os expositores no âmbito da Feira dos Frutos 2019, considerando ser necessário equilibrar mais as contas do evento, que apresentam “déficits excessivos”.
“Continua uma evidente aposta da Câmara Municipal na vertente lúdica do certame, com um investimento nos concertos cada vez mais elevado, em detrimento da vertente profissional, importando equilibrar mais estas duas. O número de expositores de fruta tem vindo a ser manifestamente reduzido no espectro geral de expositores, apesar da atividade hortofrutícola ser a razão de ser da Feira”, declararam.
Apesar de saudarem a “discriminação positiva no valor dos espaços para os stands e do terrado para os expositores de fruta”, ainda entendem que se deveria baixar mais o valor do terrado, para estimular uma maior participação de expositores de fruta.
Em relação às contas, fazem notar que a edição de 2016 registou um prejuízo de 184 mil euros, em 2017 aumentou para 188 mil e no ano passado voltou a ter perto de 185 mil euros de saldo negativo. A estimativa este ano é que ronde esses valores.

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